Confiança do empresário industrial cresce e chega ao maior nível em quatro anos

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A confiança dos empresários industriais registrou alta pelo terceiro mês consecutivo em outubro, atingindo o maior nível em mais de quatro anos. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) somou 56 pontos neste mês, chegando ao nível mais elevado desde março de 2013 (57,1 pontos).

O indicador que mede a confiança do empresário no Brasil varia de 0 a 100 pontos. Quando estão acima de 50 pontos indicam empresários confiantes. De acordo com a CNI, este é o segundo mês consecutivo em que o índice está acima da média histórica de 54 pontos.

As grandes indústrias, onde o Icei de outubro atingiu 58,6 pontos, registrama a confiança mais alta no período de avaliação. O índice somou 54,3 pontos nas médias empresas e 52,3 pontos nas pequenas indústrias. Nas expectativas para os próximos seis meses, o Icei aumentou 0,4 ponto, fechando outubro em 58,8 pontos. De acordo com a CNI, a tendência é que o indicador repita o desempeno nos próximos meses.

Formado pelas avaliações dos empresários em relação às condições atuais e futuras das empresas e da economia, o Icei, segundo a confederação, antecipa tendências de investimento na indústria . Para a CNI, o aumento do otimismo indica que os empresários estão mais dispostos a investir, criando empregos e contribuindo para a retomada do crescimento econômico.

O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 17 de outubro, contando com a participação de 3.097 empresários industriais em todo o País. Desse total, 1.208 são empresas pequenas, 1.175 são médias, e 714 são de grande porte.

Dívida pública 

Apesar de a confiança do empresário industrial apresentar um cenário positivo para a economia brasileira, outro dado divulgado nesta segunda-feira (23) vai na contramão do crescimento econômico. A dívida pública do País passou de R$ 3,404 trilhões em agosto para R$ 3,430 trilhões no último mês, segundo informou a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda. A elevação aconteceu por conta dos gastos com juros no valor de R$ 27,15 bilhões.

Fonte:ig
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