Depois de polêmica, Aras decide custear do bolso viagem ao Vaticano

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Antônio Augusto Brandão de Aras, indicado para o cargo de procurador-geral da República, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado

O procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu custear do próprio bolso a viagem que fará ao Vaticano para acompanhar a canonização da Irmã Dulce. De acordo com despacho interno do Ministério Público Federal (MPF) só os bilhetes em classe executiva de Aras foram orçados em R$ 22 mil.

O PGR também abrirá mão das setes diárias a que teria direito, no valor de R$ 13.580,00. A decisão foi tomada depois que noticiou-se que a viagem de Aras e de um subprocurador à Itália custaria R$ 67 mil ao Ministério Público Federal.

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