A polarização política à brasileira: Bolsonaro, o despreparado x Lula, o corrupto

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Os dois pólos antagônicos da politica brasileira se merecem. Bolsonaro decididamente é um incompetente e, tudo indica, ligado, mesmo que indiretamente, a pequenos trambiques. Se alia a Toffolli para salvar o filho, acusado de estar envolvido em esquema de rachadinha. Para saber que Bolsonaro é incompetente, basta imaginar seu governo sem Paulo Guedes e Sérgio Moro, o que sobraria? Qual a ideia do governo Bolsonaro que tenha saído da cabeça do Bolsonaro? Bolsonaro é incompetente e despreparado, vive do mérito dos seus ministros. Além disso, está cada vez mais claro o seu pacto com Toffolli. Bolsonaro também se mostra cada vez mais brando no relacionamento com os corruptos da velha politica.

O presidente agora quer enfraquecer e desgastar o Moro. O ministro que é mais popular que o próprio presidente. A separação do ministério da justiça e da segurança nacional, a menção de que iria discutir o assunto e depois uma negativa débil, acenando que no futuro quem sabe… tudo isso mostra que Bolsonaro nasceu para ser um deputado do baixo claro. Agora ele será mais um medíocre dono de partido. Quando Guedes e Moro seguirem suas vidas, Bolsonaro voltará ao nada de onde saiu.

Bom e Lula? Lula é excrescência em pessoa. É a junção do que de pior existe nos sindicatos, na mídia e nas universidades.

Lula é o representante da junção do zecarioquismo com Macunaíma, regida pela lei do Gerson, muita brejeirice e por uma ode à depravação baseada em um Nietzsche terrivelmente mal lido e mal interpretado. Simboliza a deterioração da classe intelectual brasileira, formada hoje, salvo raras exceções, por vagabundos e alienados. Antes o intelectual era alguém inteligente e dedicado, uma pessoa talentosa e digna. Junto com as drogas, o sexualismo e a barganha sexual, acabaram de destruir a intelectualidade do país.

Se você deseja ser um intelectual no Brasil, seja um autodidata e procure os poucos professores decentes que restaram nas universidades. Infelizmente, na atualidade, as faculdades só estão servindo para o aluno pegar o diploma para o mercado de trabalho, nada ali é sério (salvo raras exceções). Um dia, eu vi, em uma palestra, João Carlos Teixeira(joca), dono do Jornal da Bahia, perseguido por ACM, chamar certa ala da imprensa de jornalismo canalha, eu chamo certa ala da universidade de pseudo-acadêmicos canalhas, destruidores do conhecimento. Junte-se a isso as fábricas de diploma, patrocinadas pelo PT, do setor privado de ensino (salvo raras exceções). Até Gil, Caetano e Chico emburreceram, tudo virou uma grande porta dos fundos.

Estamos em um beco sem saída. Não temos candidatos dignos em nenhuma esfera, muito dessa situação deve-se agradecer à mídia vendida que não promove os bons nomes e eleva o nome daqueles(corruptos) que a enriquece. A percepção de que estamos em um beco sem saída é a única chance que temos de sairmos dele. Ou esta ficará conhecida como a geração porta dos fundos, que virou a porta de entrada para o beco sem saída.

Por Paulo Dias para o News Infoco

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