Weintraub condiciona pedido de desculpas à China a venda de respiradores ao Brasil

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, condicionou o seu pedido de desculpa ao povo chinês, após postagem considerada racista em seu perfil oficial no Twitter, a venda de respiradores para o Brasil pelo país asiático. “Dado que a Embaixada chinesa ficou tão ofendida, e eu sei como é a negociação dos chineses, esse processo cultural, estou extremamente ofendido, venha pedir desculpas de joelhos aqui, (…) eu vou fazer o seguinte, meu acordo: Eu vou lá, eu peço desculpas, peço por favor, me perdoem pela minha imbecilidade. A única coisa que eu peço é que dos 60 mil respiradores que estão disponíveis, eles vendam mil para o MEC, para salvar vida de brasileiros, pelo preço de custo. Manda a embaixada colocar aqui nos meus hospitais, e eu vou lá à Embaixada e falo ‘eu sou um idiota, me desculpem”, afirmou o ministro em entrevista ao programa do jornalista José Luiz Datena, na Rádio Bandeirantes.

Na entrevista, Weintraub negou que tenha sido preconceituoso e atacou o governo chinês, afirmando que o país teria retido informações sobre a pandemia do novo coronavírus para agora vender respiradores e equipamentos de proteção individual, como máscaras, a preço de leilão, e condicionou um pedido de desculpas à venda de 1 mil respiradores da China para o Brasil.

“O governo da república chinesa, aonde começou o coronavírus, poderia ter alertado o mundo inteiro que ia faltar respirador. Que nós teríamos 3 meses para fazer respirador. Isso não foi feito. Agora, que estamos desesperados correndo atrás de respirador, o que é que acontece? Aparece 60 mil respiradores na China e eles estão leiloando. Aparece um monte de equipamento, de proteção, de máscara, e eles estão leiloando. Então assim, teve tempo deles se prepararem para vender para o mundo, pelo preço mais alto, respirador e máscara”, reforçou o ministro.

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