Procurador da SMTT defende ações realizadas na área de mobilidade urbana em Alagoinhas e alfineta ex-gestão: “O legado que estamos deixando não é o de corrupção”

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Dr. Hilton Ribeiro, procurador juridico da SMTT de Alagoinhas

Na manhã de hoje(09), o procurador jurídico da Superintendência de Transporte e Trânsito de Alagoinhas(SMTT), Dr. Hilton Ribeiro, concedeu entrevista ao programa Primeira Mão, da rádio web 2 de Julho, e defendeu as ações na área de mobilidade urbana realizadas em Alagoinhas pela gestão da qual faz parte.

Hilton falou sobre a estação de transbordo, que hoje realiza mais de 1200 embarques e que, segundo ele, retirou grande parte das vans do centro da cidade, dando maior fluidez ao tráfego.

Ele também falou da democratização das vagas de estacionamento do centro da cidade com a implementação do sistema de estacionamento rotativo, a chamada zona azul. Hilton relembrou que antes da zona azul era difícil encontrar uma vaga no centro da cidade, onde carros ficavam estacionados durante todo o dia, ocupando o lugar de pessoas que desejariam comprar ou resolver alguma demanda pela região do comércio.

Outra defesa feita pelo Dr. Hilton foi com relação a licitação do transporte coletivo. Segundo o procurador, durante 40 anos Alagoinhas possuiu um sistema de transporte  público ilegal, baseado na autorização, via decreto, do poder executivo para que as empresas operassem o sistema. Agora as empresas possuem deveres que devem cumprir por força de contrato.

Hilton respondeu também ao questionamento de um ouvinte do programa sobre a falta de ônibus novos no sistema, algo que era esperado pelos usuários com o anúncio da licitação. O procurador disse que deviso a pandemia e a crise que afetou o setor de transporte, a renovação da frota, no momento, se tornou inviável e citou o risco que Alagoinhas corria das empresas entregarem as linhas por causa da crise, algo contornado, segundo ele, pelo compromisso das empresas em prestar o serviço aos usuários.

Hilton enalteceu as ações da atual gestão e alfinetou o antecessor, que hoje é candidato à prefeitura e responde a um processo que investiga sua participação em um esquema de fraude no transporte escolar do município que, segundo o MPF, desviou R$ 29 milhões dos cofres da prefeitura. “O legado que estamos deixando não é o de corrupção”, disse Hilton.

Por Caio Pimenta para o News Infoco

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