Os políticos de direita seguem dominando o debate nas redes sociais brasileiras com folga. Um levantamento da consultoria Bites, divulgado pela Folha de S.Paulo, mostra que, apenas nos cinco primeiros meses de 2025, os representantes da direita tiveram um engajamento 2,5 vezes maior do que o alcançado por nomes da esquerda e do centro somados.

A pesquisa, que analisou dados entre 1º de janeiro e 30 de maio, revela um cenário preocupante para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que enfrenta dificuldades para competir com a direita no ambiente digital. A análise considerou interações em Facebook, Instagram, YouTube, TikTok e X (antigo Twitter) de 250 perfis políticos com maior número de seguidores, incluindo deputados, senadores, governadores, prefeitos de capitais, ministros e até primeiras-damas.

Segundo os dados, políticos de direita somaram 1,48 bilhão de interações, número que inclui curtidas, comentários e compartilhamentos. Já os perfis ligados à esquerda registraram 417 milhões de interações no mesmo período. O centro e o centrão, juntos, contabilizaram 171 milhões.

O desempenho superior da direita se mantém também na média por publicação. Enquanto os políticos de direita obtêm 12.894 interações por post, os de esquerda têm, em média, 4.699, e os do centro e centrão, 3.900.

Apesar de uma certa paridade no número de parlamentares considerados, 88 da direita, 84 do centro e centrão, e 78 da esquerda, a diferença no alcance e repercussão do conteúdo publicado é expressiva. Na prática, isso se traduz em uma vantagem significativa para a direita na disputa por narrativas e influência política nas plataformas digitais.

O desempenho superior da direita se mantém também na média por publicação. Enquanto os políticos de direita obtêm 12.894 interações por post, os de esquerda têm, em média, 4.699, e os do centro e centrão, 3.900.

Apesar de uma certa paridade no número de parlamentares considerados, 88 da direita, 84 do centro e centrão, e 78 da esquerda, a diferença no alcance e repercussão do conteúdo publicado é expressiva. Na prática, isso se traduz em uma vantagem significativa para a direita na disputa por narrativas e influência política nas plataformas digitais.

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