O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou nesta sexta-feira (27) que a decisão da CPI do Crime Organizado de convocá-lo para prestar depoimento tem motivação política e não possui fundamento técnico. Em publicação nas redes sociais, ele negou qualquer vínculo com o objeto da investigação.
“A CPI do Crime Organizado decidiu convocar a mim e ao ministro Paulo Guedes para prestar depoimento num caso em que não temos absolutamente nenhuma relação, num movimento claramente político sem qualquer fundamento minimamente razoável”, escreveu.
Segundo Roma, o próprio relator da comissão teria declarado que não há investigação formal envolvendo seu nome. Para o ex-ministro, a convocação integra uma estratégia do Partido dos Trabalhadores (PT) para desviar o foco de problemas da atual gestão.
“O que a gente observa é que o PT busca criar uma cortina de fumaça para tentar construir narrativas fantasiosas e esconder seus desmandos. Modus operandi típico dos petistas”, afirmou.
Roma também criticou o que classificou como uso político do instrumento parlamentar. “A CPI deve cumprir seu papel com responsabilidade, imparcialidade e respeito às instituições. O que não é admissível é que um instrumento legítimo de investigação seja utilizado como ferramenta de perseguição política e de distorção dos fatos”, declarou.




























