{"id":2379,"date":"2018-04-11T12:42:52","date_gmt":"2018-04-11T15:42:52","guid":{"rendered":"http:\/\/newsinfoco.com.br\/?p=2379"},"modified":"2018-04-11T12:42:52","modified_gmt":"2018-04-11T15:42:52","slug":"bahia-e-o-estado-com-maior-aumento-da-desigualdade-salarial-no-pais-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/bahia-e-o-estado-com-maior-aumento-da-desigualdade-salarial-no-pais-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Bahia \u00e9 o estado com maior aumento da desigualdade salarial no pa\u00eds, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Talvez voc\u00ea n\u00e3o se recorde da can\u00e7\u00e3o Xibom Bombom,<a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?time_continue=1&amp;v=6QKk5gU-CDI\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00a0lan\u00e7ada em 1999 pela banda As Meninas<\/a>, que foi sucesso no Brasil inteiro. O trecho &#8216;onde o rico cada vez\u00a0\u00a0fica mais rico e o pobre cada vez\u00a0\u00a0fica mais pobre. E o motivo todo mundo\u00a0j\u00e1 conhece: \u00e9 que o de cima sobe e o de baixo desce&#8217;\u00a0pode resumir a situa\u00e7\u00e3o salarial da Bahia.\u00a0O estado foi o que mais cresceu no Brasil na desigualdade nos sal\u00e1rios entre 2016 e 2017, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O IBGE explica que esse crescimento foi provocado pelo forte aumento verificado nos rendimentos dos que ganham mais. O movimento foi em sentido contr\u00e1rio ao do pa\u00eds como um todo &#8211; onde a dist\u00e2ncia entre os que ganham mais e os que ganham menos se manteve relativamente est\u00e1vel no per\u00edodo, com uma pequena redu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p><div class=\"newsi-conteudo_19\" id=\"newsi-3904160803\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/prefeituraalagoinhas?igsh=YzgzdDJ1bWR3aWI4\" aria-label=\"SAVE_20251006_221555\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg 1140w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-300x52.jpg 300w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1024x177.jpg 1024w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-768x133.jpg 768w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-600x104.jpg 600w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-696x120.jpg 696w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1068x185.jpg 1068w\" sizes=\"(max-width: 1140px) 100vw, 1140px\" width=\"1140\" height=\"197\"   \/><\/a><\/div>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">De um ano para o outro, o sal\u00e1rio m\u00e9dio real (descontada a infla\u00e7\u00e3o) da metade dos trabalhadores que ganhavam menos na Bahia caiu de R$ 472 para R$ 444 (-5,9%), enquanto o rendimento m\u00e9dio de trabalho dos 10% de trabalhadores com maiores sal\u00e1rios aumentou 31,7%, passando de R$ 5.946 para R$ 7.833.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A redu\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio m\u00e9dio da metade dos trabalhadores baianos que ganhavam menos (-5,9%) foi a 4\u00aa maior entre os 27 estados brasileiros (-5,9%) e mais profunda que a m\u00e9dia do pa\u00eds (-2,5%, de R$ 773 para R$ 754). No outro extremo, o aumento dos que j\u00e1 ganhavam mais no estado (+31,7%) foi o maior do pa\u00eds, onde, em m\u00e9dia, os 10% de trabalhadores com maiores sal\u00e1rios tamb\u00e9m tiveram uma queda no rendimento (-3,0%, de R$ 9.526 para R$ 9.242).<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Assim, de 2016 para 2017, na Bahia, a dist\u00e2ncia entre o 10% de trabalhadores com os maiores rendimentos e a metade dos trabalhadores com menores rendimentos teve o maior aumento do pa\u00eds: cresceu 40%, enquanto, na m\u00e9dia nacional, houve uma relativa estabilidade marcada por uma pequena redu\u00e7\u00e3o de -0,50%.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em 2017, na Bahia, os 10% de trabalhadores com maiores rendimentos ganhavam, em m\u00e9dia, 18 vezes o sal\u00e1rio da metade dos trabalhadores que ganhavam menos. Essa diferen\u00e7a havia sido de 13 vezes em 2016. No pa\u00eds como um\u00a0todo, a dist\u00e2ncia permaneceu em 12 vezes de um ano para o outro.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Rendimento<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">Com aumento entre os que ganham mais, Bahia tem maior crescimento no rendimento de trabalho do pa\u00eds entre 2016 e 2017. O incremento no rendimento de trabalho dos que j\u00e1 ganhavam mais, entre 2016 e 2017, levou a um aumento de 13,1% no\u00a0rendimento m\u00e9dio mensal efetivamente recebido pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade que trabalhavam, na Bahia: de R$ 1.397 para R$ 1.508. Foi o maior \u00a0aumento percentual entre os estados, empatado com o verificado na Para\u00edba.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">No pa\u00eds como um todo, o rendimento m\u00e9dio de trabalho efetivamente recebido caiu 2%, de R$ 2.223 para R$ 2.178. Dentre os\u00a0 estados, as maiores quedas ocorreram no Rio Grande do Norte (- 12,5%), em Sergipe (-9,9%) e Pernambuco (-9,9%). Entretanto,\u00a0 esse aumento salarial (+13,1%) na Bahia foi fortemente concentrado nos 10% de trabalhadores que ganhavam mais (+31,7%), enquanto os 90% restantes tiveram queda m\u00e9dia de 0,9% nos seus rendimentos (de R$ 892 para R$ 884).<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Embora tenha aumentado, o sal\u00e1rio m\u00e9dio na Bahia, em 2017 (R$ 1.508), al\u00e9m de continuar abaixo da m\u00e9dia do pa\u00eds (R$ 2.178), era o 8\u00ba mais baixo entre os estados \u2013 em 2016, o estado tinha o 4\u00ba menor rendimento m\u00e9dio de trabalho do pa\u00eds. No ano passado, Distrito Federal (R$ 4.065), S\u00e3o Paulo (R$ 2.820) e Rio Grande do Sul (R$ 2.404) tinham os maiores sal\u00e1rios m\u00e9dios do pa\u00eds, sendo que o Rio Grande do Sul superou o Rio de Janeiro, 3\u00ba maior rendimento em 2016 e 6\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2017.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Al\u00e9m de concentrado nas fatias da popula\u00e7\u00e3o que j\u00e1 tinham os maiores sal\u00e1rios, o aumento do rendimento efetivamente recebido por todos os trabalhos, entre 2016 e 2017, na Bahia, foi maior para os homens (+17,2%) do que para as mulheres (+6,2%); para os brancos (+38,7%) do que para os pardos (+5,7%) e pretos (-1,6%); e para as pessoas de 60 anos ou mais\u00a0(idosos) que ainda trabalhavam (+46,9%) do que para as demais faixas et\u00e1rias tradicionalmente associadas ao mercado de trabalho, como pessoas entre 25 e 29 anos\u00a0(+21,2%), 30 a 39 anos (+9,2%) e 40 a 49 anos (+17,5%).<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Estado passa a l\u00edder no ranking de desigualdade salarial, segundo o \u00cdndice de Gini<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">O aumento da desigualdade nos rendimentos de trabalho na Bahia, entre 2016 e 2017, \u00e9 retratado tamb\u00e9m pelo \u00cdndice de Gini, que vai de 0 a 1 e mede a desigualdade numa distribui\u00e7\u00e3o qualquer, sendo mais desigual quanto mais pr\u00f3ximo de 1.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">No ano passado, o estado teve o maior \u00cdndice de Gini (ou a maior desigualdade) do pa\u00eds para os rendimentos de trabalho efetivamente recebidos: 0,599, com um aumento frente a 2016 (quando havia sido de 0,537) e acima da m\u00e9dia nacional, que foi de 0,524 em 2017 e 0,525 em 2016 \u2013 ou seja, manteve-se est\u00e1vel com uma leve tend\u00eancia de queda.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Essa pequena varia\u00e7\u00e3o para baixo no \u00cdndice de Gini nacional foi resultado do movimento da regi\u00e3o Sudeste, onde houve uma redu\u00e7\u00e3o da desigualdade nos rendimentos de trabalho, e o Gini foi de 0,520 em 2016, para 0,510 em 2017. Nas demais regi\u00f5es, o \u00edndice variou para cima. Os estados com menores desigualdades entre os rendimentos de trabalho, em 2017, foram Santa Catarina (0,408), Rond\u00f4nia (0,438) e Mato Grosso (0,446).<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Mesmo com aumento de 7,6% (de R$ 803 para R$ 864), rendimento domiciliar per capita na Bahia n\u00e3o chega ao sal\u00e1rio m\u00ednimo em 2017. O aumento nos rendimentos de trabalho na Bahia foi o principal respons\u00e1vel pelo crescimento de 7,6% no rendimento mensal real domiciliar per capita no estado (soma de todos os rendimentos do domic\u00edlio dividida pelo total de pessoas que moram nele), que passou de R$ 803 em 2016 para R$<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">864 em 2017.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Foi o quarto maior aumento no rendimento domiciliar per capita entre os estados, bem acima da m\u00e9dia nacional (-1,1%, de R$ 1.285 para 1.271). Mas, mesmo com essa varia\u00e7\u00e3o positiva, no ano passado, o rendimento domiciliar per capita na Bahia ainda estava 32,0% abaixo da m\u00e9dia do pa\u00eds, era menor que o sal\u00e1rio m\u00ednimo no ano (R$ 937) e ficava em 17\u00ba lugar entre os 27 estados (em 2016, havia sido o 20\u00ba).<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O rendimento de trabalho representava quase 70% do rendimento domiciliar per capita na Bahia (69,5%), menos do que a m\u00e9dia nacional (73,8%), mas teve um aumento de participa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2016 (67,5%). Por outro lado, os rendimentos de outras fontes (aposentadoria e pens\u00e3o; aluguel e arrendamento; pens\u00e3o aliment\u00edcia; doa\u00e7\u00e3o e mesada de n\u00e3o morador; e outros rendimentos, que incluem programas sociais e investimentos como poupan\u00e7a e a\u00e7\u00f5es) reduziram um pouco sua participa\u00e7\u00e3o no rendimento domiciliar per capita dos baianos: de 32,5% para 30,5%.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Tanto no Brasil quanto na Bahia, dentre os rendimentos de outras fontes, que n\u00e3o o trabalho, o mais importante \u00e9 o de aposentadorias e pens\u00f5es, que representa cerca de 1\/5 do rendimento m\u00e9dio domiciliar per capita tanto no pa\u00eds (19,4%) quanto no estado (20,5%).\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em seguida v\u00eam os chamados outros rendimentos, que representam 6,3% do rendimento domiciliar per capita na Bahia \u2013 quase o dobro da m\u00e9dia nacional (3,3%) e a terceira maior participa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, abaixo apenas de Maranh\u00e3o (8,0%) e Alagoas (6,6%). Em 2017, Bahia passa a ter a 3\u00aa maior desigualdade no rendimento domiciliar per capita.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Assim como ocorreu com o rendimento de trabalho, a Bahia tamb\u00e9m teve um dos maiores crescimentos na desigualdade da renda domiciliar per capita, entre 2016 e 2017, no pa\u00eds. Isso porque o aumento desse rendimento se concentrou fortemente nas resid\u00eancias que j\u00e1 tinham as maiores rendas, caindo naquelas com menores rendas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Renda<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000;\">Nos 10% de domic\u00edlios com maiores rendimentos no estado, a renda per capita aumentou 21,2%, passando de R$ 3.485 em 2016 para R$ 4.225 em 2017; em quase todas as demais faixas de rendimento, houve recuos. Assim, em 2017, a renda por morador nas resid\u00eancias com 10% maiores rendimentos (R$ 4.225) era 19 vezes aquela da metade dos domic\u00edlios com menores rendimentos (R$ 224, 8,2% menor que a de 2016, R$ 244). Em 2016, a dist\u00e2ncia entre os 10% de domic\u00edlios com maior rendimentos per capita e a metade das resid\u00eancia com menores rendimentos per capita era de 14 vezes &#8211; ou seja, em um ano, essa diferen\u00e7a cresceu 32,1%.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Foi o maior crescimento na desigualdade do rendimento domiciliar per capita do pa\u00eds. Em m\u00e9dia, no Brasil os rendimentos dos 10% de domic\u00edlios com maior renda eram 14 vezes os da metade dos domic\u00edlios com menor renda e permaneceu est\u00e1vel entre 2016 e 2017.\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Na Bahia, em 2017, os 10% da popula\u00e7\u00e3o com maiores rendas domiciliares per capita detinham quase metade (48,9%) da massa de rendimento m\u00e9dio mensal domiciliar per capita do estado (soma de todos esse rendimentos), que era de R$ 13,231 bilh\u00f5es. Por outro lado, a metade dos baianos com menores rendas per capita se apropriavam de pouco mais de 10% da massa desse rendimento (13,0%).\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em 2016, os percentuais de apropria\u00e7\u00e3o da massa de rendimento domiciliar per capita eram, respectivamente de 43,4% para os 10% com maiores rendimentos e de 15,2% para a metade da popula\u00e7\u00e3o com menores rendas domiciliares per capita.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O aumento da desigualdade no rendimento domiciliar per capita tamb\u00e9m se evidencia no \u00cdndice de Gini, que, na Bahia, teve o maior aumento do pa\u00eds entre 2016 e 2017, passando de 0,548 para 0,599, enquanto, no Brasil como um todo, manteve-se est\u00e1vel em 0,549.<\/span><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O maior do \u00cdndice de Gini na Bahia fez o estado passar do 9\u00ba para o 3\u00ba lugar no ranking nacional de desigualdade de renda domiciliar per capita, abaixo apenas de Amazonas (0,604) e Distrito Federal (0,602). Os estados menos desiguais no que diz respeito \u00e0 renda domiciliar s\u00e3o Santa Catarina (0,421), Rond\u00f4nia (0,455) e Mato Grosso (0,469).<\/span><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><\/h6>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #999999;\">Fonte:Correiodabahia<\/span><\/h6>\n<div class='share-to-whatsapp-wrapper'><div class='share-on-whsp'>Share on: <\/div><a data-text='Bahia \u00e9 o estado com maior aumento da desigualdade salarial no pa\u00eds, diz IBGE' data-link='https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/bahia-e-o-estado-com-maior-aumento-da-desigualdade-salarial-no-pais-diz-ibge\/' class='whatsapp-button whatsapp-share'>WhatsApp<\/a><div class='clear '><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Talvez voc\u00ea n\u00e3o se recorde da can\u00e7\u00e3o Xibom Bombom,\u00a0lan\u00e7ada em 1999 pela banda As Meninas, que foi sucesso no Brasil inteiro. 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