{"id":39142,"date":"2025-02-14T12:09:39","date_gmt":"2025-02-14T15:09:39","guid":{"rendered":"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/?p=39142"},"modified":"2025-02-14T12:09:39","modified_gmt":"2025-02-14T15:09:39","slug":"bahia-teve-a-maior-taxa-de-desemprego-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/bahia-teve-a-maior-taxa-de-desemprego-do-pais\/","title":{"rendered":"Bahia teve a maior taxa de desemprego do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>As maiores taxas de desemprego do Brasil em 2024 foram registradas na Bahia (10,8%), Pernambuco (10,8%) e Distrito Federal (9,6%), \u00e9 o que apontam dados do detalhamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), referente ao \u00faltimo trimestre de 2024, divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Segundo mat\u00e9ria da Folha de S\u00e3o Paulo, as menores taxas de desemprego, por sua vez, foram encontradas no Mato Grosso (2,6%), Santa Catarina (2,9%) e Rond\u00f4nia (3,3%). Os dados trazem ainda um panorama sobre a composi\u00e7\u00e3o da menor taxa de desemprego da s\u00e9rie iniciada em 2012, de 6,6% no ano passado.<\/p><div class=\"newsi-conteudo_19\" id=\"newsi-1430164381\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/prefeituraalagoinhas?igsh=YzgzdDJ1bWR3aWI4\" aria-label=\"SAVE_20251006_221555\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg 1140w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-300x52.jpg 300w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1024x177.jpg 1024w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-768x133.jpg 768w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-600x104.jpg 600w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-696x120.jpg 696w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1068x185.jpg 1068w\" sizes=\"(max-width: 1140px) 100vw, 1140px\" width=\"1140\" height=\"197\"   \/><\/a><\/div>\n<p>Quatorze unidades da federa\u00e7\u00e3o atingiram a menor taxa anual de desocupa\u00e7\u00e3o de sua s\u00e9rie hist\u00f3rica na pesquisa: Rio Grande do Norte (8,5%), Amazonas (8,4%), Amap\u00e1 (8,3%), Alagoas (7,6%), Maranh\u00e3o (7,1%), Cear\u00e1 (7,0%), Acre (6,4%), S\u00e3o Paulo (6,2%), Tocantins (5,5%), Minas Gerais (5,0%), Esp\u00edrito Santo (3,9%), Mato Grosso do Sul (3,9%), Santa Catarina (2,9%) e Mato Grosso (2,6%).<\/p>\n<p>A Bahia tamb\u00e9m registrou a segunda maior taxa m\u00e9dia anual de subutiliza\u00e7\u00e3o no Brasil, com 28,9%. Ficando atr\u00e1s apenas do Piau\u00ed (32,7%), e acompanhada do Alagoas (26,4%), na terceira coloca\u00e7\u00e3o. J\u00e1 as menores taxas anuais foram de Santa Catarina (5,5%), Rond\u00f4nia (7,0%) e Mato Grosso (7,7%). No \u00e2mbito nacional, a taxa registrada foi de 16,2%.<\/p>\n<p>J\u00e1 taxa m\u00e9dia anual de informalidade para o pa\u00eds foi de 39,0% da popula\u00e7\u00e3o ocupada. As maiores m\u00e9dias anuais ficaram com Par\u00e1 (58,1%), Piau\u00ed, (56,6%) e Maranh\u00e3o (55,3%) e as menores, com Santa Catarina (26,4%), Distrito Federal (29,6%) e S\u00e3o Paulo (31,1%).<\/p>\n<p>Por fim, a m\u00e9dia anual do rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.225. As maiores m\u00e9dias foram do Distrito Federal (R$ 5.043), S\u00e3o Paulo (R$ 3.907) e Paran\u00e1 (R$ 3.758). Enquanto as menores m\u00e9dias foram de Maranh\u00e3o (R$ 2.049), Cear\u00e1 (R$ 2.071) e Bahia (R$ 2.165).<\/p>\n<p><strong>Desocupa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds manteve a estabilidade registrada no terceiro trimestre de 2024, com varia\u00e7\u00e3o de 6,4%, para 6,2% no quarto, e repercutiu em quatro das cinco regi\u00f5es do pa\u00eds, sendo que apenas a Regi\u00e3o Sul, com redu\u00e7\u00e3o de 4,1% para 3,6%, teve queda estatisticamente significante. A Regi\u00e3o Nordeste permaneceu registrando a maior taxa de desocupa\u00e7\u00e3o entre as regi\u00f5es (8,6%).<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio de estabilidade na taxa de desocupa\u00e7\u00e3o no quarto trimestre foi acompanhado por 24 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o. Os tr\u00eas estados que apresentaram quedas foram Rio Grande do Sul, reduzindo de 5,1% para 4,5%; Minas Gerais, recuando de 5,0% para 4,3%, e Paran\u00e1, passando de 4,0% para 3,3%.<\/p>\n<p>A Bahia, por sua vez, registrou a segunda maior taxa de desocupa\u00e7\u00e3o entre as unidades federativas no trimestre, com 9,9%. Atr\u00e1s apenas de Pernambuco (10,2%), e seguida pelo Distrito Federal (9,1%), este, acompanhado pelo Rio de Janeiro (8,2%), foram os \u00fanicos estados fora das regi\u00f5es Norte e Nordeste na lista de 16 unidades da federa\u00e7\u00e3o com taxas de desocupa\u00e7\u00e3o maiores que a m\u00e9dia nacional no trimestre (6,2%).<\/p>\n<p>J\u00e1 as menores taxas estavam em Mato Grosso (2,5%), Santa Catarina (2,7%) e Rond\u00f4nia (2,8%).<\/p>\n<p><strong>Informalidade<\/strong><\/p>\n<p>A taxa de informalidade (38,6%) se mostrou mais intensa em estados das regi\u00f5es Norte e Nordeste. Com a maior taxa de informalidade sendo registrada no Par\u00e1 (57,6%). Outros estados com taxas acima de 50% foram Maranh\u00e3o (56,8%), Piau\u00ed (54,9%), Cear\u00e1 (53,3%), Amazonas (52,1%), Bahia (51,2%) e Para\u00edba (50,1%).<\/p>\n<p>Por outro lado, Santa Catarina (25,6%), Distrito Federal (29,0%) e S\u00e3o Paulo (30,3%) registraram os menores \u00edndices de informalidade no pa\u00eds.<\/p>\n<div class=\"conteudo_post\">\n<p>O recorte do quarto trimestre ainda ponta que 73,4% dos empregados do setor privado tinham carteira de trabalho assinada, com as maiores taxas sendo registradas em Santa Catarina (87,9%), S\u00e3o Paulo (81,2%) e Rio Grande do Sul (79,9%). Enquanto Piau\u00ed (50,9%), Maranh\u00e3o (52,3%) e Par\u00e1 (54,4%) foram os estados com menor parcela de empregados com carteira assinada.<\/p>\n<p>As Regi\u00f5es Norte (60,3%) e Nordeste (58,1%), por sua vez, apresentaram as menores estimativas desse indicador.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"div-share\">Bahia.Ba<\/div>\n<div>\n<div class=\"trv-player-container\">\n<div class=\"trv-wrapper\">\n<div id=\"br_video_player_97ab3c3f2ce6a1d55298acfd9a262e9dc3c659f9\" class=\"trvd_video_player trvdinstream\">\n<div class=\"trv-autoskip-container\">\n<div class=\"trv-autoskip-background\">\n<div class=\"trv-autoskip-line-top\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"trv-autoskip-line-right\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"trv-autoskip-line-bottom\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"trv-autoskip-line-left\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"autoskip-btn autoskip-btn-blue\"><\/div>\n<div class=\"autoskip-btn autoskip-btn-gray\"><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ads.stickyadstv.com\/auto-user-sync?_fw_gdpr=0&amp;_fw_gdpr_consent=\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ads.stickyadstv.com\/user-matching?id=2545&amp;_fw_gdpr=0&amp;_fw_gdpr_consent=\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class='share-to-whatsapp-wrapper'><div class='share-on-whsp'>Share on: <\/div><a data-text='Bahia teve a maior taxa de desemprego do pa\u00eds' data-link='https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/bahia-teve-a-maior-taxa-de-desemprego-do-pais\/' class='whatsapp-button whatsapp-share'>WhatsApp<\/a><div class='clear '><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As maiores taxas de desemprego do Brasil em 2024 foram registradas na Bahia (10,8%), Pernambuco (10,8%) e Distrito Federal (9,6%), \u00e9 o que apontam dados do detalhamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), referente ao \u00faltimo trimestre de 2024, divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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