{"id":40348,"date":"2025-04-01T18:11:20","date_gmt":"2025-04-01T21:11:20","guid":{"rendered":"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/?p=40348"},"modified":"2025-04-01T18:46:40","modified_gmt":"2025-04-01T21:46:40","slug":"camara-municipal-realiza-audiencia-publica-sobre-endometriose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/camara-municipal-realiza-audiencia-publica-sobre-endometriose\/","title":{"rendered":"C\u00e2mara Municipal realiza audi\u00eancia p\u00fablica sobre endometriose"},"content":{"rendered":"<p>Na tarde desta segunda-feira (31), foi realizada uma audi\u00eancia p\u00fablica sobre a endometriose, com o tema Sentir Dor N\u00e3o \u00e9 Normal, de iniciativa da vereadora Luma Menezes (PDT), no plen\u00e1rio da C\u00e2mara Municipal de Alagoinhas. A audi\u00eancia, que reuniu diversas representantes de institui\u00e7\u00f5es e setores da sociedade, aconteceu com mais de um m\u00eas de anteced\u00eancia do Dia Internacional da Luta contra a Endometriose, que ser\u00e1 celebrado em 7 de maio. \u00a0Debatendo previamente os desafios e poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es para o problema, o evento teve o objetivo de subsidiar a constru\u00e7\u00e3o do programa municipal de preven\u00e7\u00e3o e combate \u00e0 endometriose.<\/p>\n<p>A abertura contou com uma palestra da pr\u00f3pria vereadora Luma, que abordou aspectos fisiol\u00f3gicos e pol\u00edticos da doen\u00e7a, apresentando dados relevantes que refor\u00e7am a urg\u00eancia de aten\u00e7\u00e3o para a causa. \u201cExiste mais investimento para estudos sobre calv\u00edcie do que para endometriose, sendo que, de acordo com o Instituto Nacional de Sa\u00fade dos Estados Unidos, mais de 160 milh\u00f5es de mulheres no mundo s\u00e3o acometidas pela doen\u00e7a\u201d, destacou. \u201cCerca de oito milh\u00f5es de mulheres enfrentam a endometriose no Brasil e em at\u00e9 20% dos casos, ela se manifesta de forma silenciosa\u201d.<\/p><div class=\"newsi-conteudo_19\" id=\"newsi-671515142\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/prefeituraalagoinhas?igsh=YzgzdDJ1bWR3aWI4\" aria-label=\"SAVE_20251006_221555\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg 1140w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-300x52.jpg 300w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1024x177.jpg 1024w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-768x133.jpg 768w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-600x104.jpg 600w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-696x120.jpg 696w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1068x185.jpg 1068w\" sizes=\"(max-width: 1140px) 100vw, 1140px\" width=\"1140\" height=\"197\"   \/><\/a><\/div>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<p>A ginecologista e obstetra Dra. Ros\u00e1lia Carvalho de Souza, que comp\u00f4s a mesa do evento, refor\u00e7ou os impactos da doen\u00e7a. \u201cA endometriose ainda \u00e9 muito misteriosa, mas sabemos que essa doen\u00e7a, t\u00e3o injusta, representa medo, inseguran\u00e7a, infertilidade\u2026 e dor, muita dor\u201d, afirmou. \u201cS\u00e3o v\u00e1rios os tratamentos paliativos, como analg\u00e9sicos e anti-inflamat\u00f3rios, mas o tratamento realmente eficaz ocorre apenas por meio da cirurgia, que est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil de ser conseguida\u201d.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<p>Ap\u00f3s comentar sobre o uso de bloqueio hormonal como forma de controle da dor oriunda da endometriose, a m\u00e9dica passou a palavra ao infectologista Dr. Maur\u00edcio Campos, coordenador do curso de Medicina da Faculdade Est\u00e1cio de S\u00e1, que destacou a import\u00e2ncia de se considerar o aspecto emocional atrelado \u00e0s dores vividas pelas mulheres com a condi\u00e7\u00e3o. \u201cH\u00e1 uma vasta literatura sobre o tema, sendo que 30% dos materiais indexados nos motores de busca tratam das quest\u00f5es emocionais da mulher com endometriose. Isso \u00e9 alarmante, quando consideramos que a dor est\u00e1 entre as principais causas de suic\u00eddio no Brasil e no mundo\u201d, explicou.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<p>Ana M\u00e1rcia Concei\u00e7\u00e3o, gerente de Pol\u00edtica de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Mulher e Igualdade de G\u00eanero da Secretaria de Desenvolvimento Social de Alagoinhas, e portadora de endometriose, compartilhou um relato pessoal. \u201cNo ano de 2020, fui diagnosticada com c\u00e2ncer e, durante esse processo, descobri que tamb\u00e9m tinha endometriose. Talvez, se l\u00e1 atr\u00e1s tivessem existido debates como este, eu n\u00e3o teria sofrido tanto. As escolas precisam debater esse tema; as meninas precisam saber o que \u00e9 endometriose. Sentir dor n\u00e3o \u00e9 normal\u201d, destacou.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<p>Representando a Secretaria Municipal de Sa\u00fade, M\u00f4nica Santos coordenadora de Aten\u00e7\u00e3o Prim\u00e1ria, contribuiu descrevendo o fluxo de atendimento para mulheres com endometriose no munic\u00edpio. \u201cA porta de entrada \u00e9 sempre a aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, por meio das unidades de sa\u00fade da fam\u00edlia ou unidades prim\u00e1rias. A partir da suspeita cl\u00ednica, os exames s\u00e3o solicitados e, com o diagn\u00f3stico por imagem, a paciente \u00e9 encaminhada ao ginecologista da rede, preferencialmente na Policl\u00ednica Municipal, para mantermos o acompanhamento pr\u00f3ximo\u201d, explicou.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<p>Em seguida, Liana Cajado, do Planejamento Estrat\u00e9gico em Sa\u00fade, tamb\u00e9m da SESAU, abordou a subnotifica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. \u201cTemos cerca de 50 mil mulheres em idade f\u00e9rtil, mas apenas 24 casos foram reconhecidos pela regula\u00e7\u00e3o em 2024. Isso mostra que h\u00e1 muitas mulheres sem diagn\u00f3stico. Hoje conseguimos apenas tr\u00eas agendamentos cir\u00fargicos por ano. \u00c9 urgente fortalecer a educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade e ampliar o acesso. Estamos planejando pol\u00edticas espec\u00edficas dentro do Programa de Sa\u00fade da Mulher para garantir aten\u00e7\u00e3o integral \u00e0 pessoa com endometriose\u201d, completou.<\/p>\n<p>Jamily Ara\u00fajo, vice-presidente da OAB Alagoinhas e presidente da OAB Mulher, destacou a import\u00e2ncia do envolvimento jur\u00eddico na pauta. \u201cA luta pelos direitos das mulheres \u00e9 di\u00e1ria. A endometriose impacta diretamente a sa\u00fade e a qualidade de vida. Precisamos unir for\u00e7as entre institui\u00e7\u00f5es e poder p\u00fablico para garantir pol\u00edticas que assegurem dignidade a essas mulheres\u201d.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m representando a OAB Mulher, a advogada Izabelita Sacramento refor\u00e7ou o recorte social da discuss\u00e3o. \u201cN\u00e3o h\u00e1 como garantir dignidade humana sem pol\u00edticas p\u00fablicas que reconhe\u00e7am a endometriose como um problema real. A falta de acesso ao diagn\u00f3stico e tratamento afeta principalmente as mulheres mais vulner\u00e1veis. \u00c9 preciso garantir o direito da decis\u00e3o sobre seu corpo e suas escolhas reprodutivas, com a garantia do acesso \u00e0 sa\u00fade\u201d, argumentou.<\/p>\n<p>Representando o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, a nutricionista Luciana Labidel destacou a import\u00e2ncia do acompanhamento nutricional no tratamento da endometriose. \u201cMeus colegas est\u00e3o sobrecarregados, e o acompanhamento precisa ser cont\u00ednuo. N\u00e3o \u00e9 uma ou duas consultas que resolvem\u201d. Ela tamb\u00e9m refor\u00e7ou a necessidade de letramento racial entre os profissionais de sa\u00fade, considerando o perfil das mulheres mais afetadas pela doen\u00e7a: \u201cA maioria dos usu\u00e1rios do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) s\u00e3o pessoas negras. E n\u00e3o queremos mais continuar sentindo dor. N\u00e3o \u00e9 a nossa cor que faz com que a gente aguente mais\u201d. Por fim, defendeu maior presen\u00e7a de mulheres nos espa\u00e7os de decis\u00e3o: \u201cSe n\u00e3o tivermos vereadoras, deputadas, mulheres nesses espa\u00e7os, nossas pautas n\u00e3o ser\u00e3o consideradas\u201d.<\/p>\n<p>A coordenadora do N\u00facleo de Pr\u00e1tica Jur\u00eddica da Faculdade Sant\u00edssimo Sacramento, B\u00e1rbara Moraes, destacou como a endometriose e outras condi\u00e7\u00f5es que causam dor impactam diretamente a vida acad\u00eamica e profissional das mulheres. \u201cSemana passada, uma aluna n\u00e3o foi \u00e0 aula porque estava praticamente de cama. Falar sobre isso nas institui\u00e7\u00f5es de ensino superior \u00e9 essencial, pois muitas v\u00eam de ambientes onde n\u00e3o conhecem o pr\u00f3prio corpo\u201d. Ela defendeu que o debate v\u00e1 al\u00e9m da sa\u00fade: \u201cA dor afeta o estudo, o trabalho, o psicol\u00f3gico e o financeiro. Muitas vezes a mulher falta ao trabalho e o patr\u00e3o desconta o dia. Isso n\u00e3o pode continuar acontecendo\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Os vereadores Cl\u00e1udio Abi\u00fade (Republicanos) e Thor de Ninha (PT) tamb\u00e9m participaram da audi\u00eancia e destacaram a import\u00e2ncia do tema. Abi\u00fade refor\u00e7ou a empatia necess\u00e1ria por parte dos homens diante da dor enfrentada pelas mulheres: \u201cN\u00f3s, enquanto homens, n\u00e3o podemos mensurar a dor sentida por voc\u00eas. Mas, quando temos uma irm\u00e3, uma mulher em casa que passa por isso, essa dor se torna nossa tamb\u00e9m\u201d. J\u00e1 Thor de Ninha reconheceu a relev\u00e2ncia do debate e o quanto ele contribuiu para sua pr\u00f3pria conscientiza\u00e7\u00e3o: \u201cVou falar por mim: eu desconhecia totalmente o tema da endometriose. Tenho esposa, filhas adolescentes, e saio daqui com um n\u00edvel de conhecimento muito maior. Sentir dor n\u00e3o \u00e9 normal\u201d.<\/p>\n<p><strong>Participa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A advogada e jornalista Selma Nunes, que estava no espa\u00e7o destinado ao p\u00fablico, compartilhou que recentemente uma amiga a havia procurado porque a filha estava com endometriose severa, sem plano de sa\u00fade e sem acesso ao SUS. Em seguida, destacou o papel da judicializa\u00e7\u00e3o diante da falta de pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cA a\u00e7\u00e3o de obriga\u00e7\u00e3o de fazer com tutela de urg\u00eancia tem sido uma das \u00fanicas sa\u00eddas. A sa\u00fade est\u00e1 judicializada porque faltam leis e protocolos que funcionem de verdade\u201d. Selma tamb\u00e9m apontou a fragilidade do sistema em Alagoinhas e a urg\u00eancia de formalizar a rede de apoio: \u201cSem articula\u00e7\u00e3o entre profissionais, universidades e poder p\u00fablico, vamos continuar tratando esse problema de forma fragmentada\u201d.<\/p>\n<p>Em resposta, a ginecologista Ros\u00e1lia Carvalho reconheceu as falhas do sistema. \u201cInfelizmente, o vil\u00e3o dessa hist\u00f3ria \u00e9 o SUS. Ele \u00e9 bom, mas nem sempre est\u00e1 em boas m\u00e3os. Na rede privada, a mulher com endometriose \u00e9 assistida. Na p\u00fablica, ela pena na fila. Precisamos de protocolos bem amarrados para que o SUS funcione como deveria\u201d, respondeu.<\/p>\n<p>J\u00e1 o infectologista Maur\u00edcio Campos refor\u00e7ou a necessidade de uni\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o. \u201cO processo \u00e9 lento, mas d\u00e1 frutos. Lutamos pela reconstru\u00e7\u00e3o mam\u00e1ria no SUS e conseguimos. A luta pela endometriose precisa seguir o mesmo caminho\u201d, argumentou.<\/p>\n<p>Por fim, a vereadora Luma Menezes destacou o papel familiar no suporte \u00e0 mulher diagnosticada com a doen\u00e7a, trazendo o seu pr\u00f3prio relato pessoal. \u201cQuando eu recebi o diagn\u00f3stico de endometriose, em 2023, minha m\u00e3e estava do meu lado e me acompanhou em todo esse processo. Al\u00e9m do acompanhamento psicol\u00f3gico, eu tamb\u00e9m refor\u00e7o a import\u00e2ncia do apoio familiar nessa etapa. A compreens\u00e3o e o entendimento da fam\u00edlia fazem toda diferen\u00e7a\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>Ascom CMA<\/p>\n<p>Fotos: Jh\u00f4 Paz<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class='share-to-whatsapp-wrapper'><div class='share-on-whsp'>Share on: <\/div><a data-text='C\u00e2mara Municipal realiza audi\u00eancia p\u00fablica sobre endometriose' data-link='https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/camara-municipal-realiza-audiencia-publica-sobre-endometriose\/' class='whatsapp-button whatsapp-share'>WhatsApp<\/a><div class='clear '><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na tarde desta segunda-feira (31), foi realizada uma audi\u00eancia p\u00fablica sobre a endometriose, com o tema Sentir Dor N\u00e3o \u00e9 Normal, de iniciativa da vereadora Luma Menezes (PDT), no plen\u00e1rio da C\u00e2mara Municipal de Alagoinhas. 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