{"id":6096,"date":"2018-07-04T09:13:17","date_gmt":"2018-07-04T12:13:17","guid":{"rendered":"http:\/\/newsinfoco.com.br\/?p=6096"},"modified":"2018-07-04T09:13:17","modified_gmt":"2018-07-04T12:13:17","slug":"homenageada-pela-flip-editora-baiana-ira-relancar-obras-esgotadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/homenageada-pela-flip-editora-baiana-ira-relancar-obras-esgotadas\/","title":{"rendered":"Homenageada pela Flip, editora baiana ir\u00e1 relan\u00e7ar obras esgotadas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Por um tempo tiveram que esconder o segredo, contaram s\u00f3 para os amigos mais pr\u00f3ximos, que tamb\u00e9m ningu\u00e9m \u00e9 de ferro. Mas depois do an\u00fancio oficial, h\u00e1 coisa de um m\u00eas, puderam espalhar pelos ventos. A Editora Corrupio, criada e mantida majoritariamente por mulheres h\u00e1 quase 40 anos, feita e refeita a publicar hist\u00f3rias de negros em nobres p\u00e1ginas de livros, ser\u00e1 homenageada na Festa Liter\u00e1ria Internacional de Paraty (Flip), maior evento do g\u00eanero no pa\u00eds, que acontece entre os dias 25 e 29.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Com o orgulho pelo reconhecimento na bagagem, as editoras Arlete Soares e Rina Angulo ir\u00e3o participar de uma exposi\u00e7\u00e3o na casa da Editora Sesi que recontar\u00e1 a trajet\u00f3ria da editora por meio de livros, cartazes, correspond\u00eancias e demais preciosidades, como um pref\u00e1cio de dom Tim\u00f3teo escrito \u00e0 m\u00e3o e recados-rabiscos de Caryb\u00e9. A mostra trar\u00e1 ainda fotos de tr\u00eas livros de Pierre Verger: Retratos da Bahia, Orix\u00e1s e Fluxo e Refluxo. Foi a Corrupio que pela primeira vez publicou as obras do etn\u00f3logo e fot\u00f3grafo franc\u00eas no Brasil.<\/span><\/p><div class=\"newsi-conteudo_19\" id=\"newsi-1321546514\"><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/prefeituraalagoinhas?igsh=YzgzdDJ1bWR3aWI4\" aria-label=\"SAVE_20251006_221555\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-rotated.jpg 1140w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-300x52.jpg 300w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1024x177.jpg 1024w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-768x133.jpg 768w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-600x104.jpg 600w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-696x120.jpg 696w, https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/SAVE_20251006_221555-1068x185.jpg 1068w\" sizes=\"(max-width: 1140px) 100vw, 1140px\" width=\"1140\" height=\"197\"   \/><\/a><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Durante a Flip, a Corrupio tamb\u00e9m ir\u00e1 divulgar a publica\u00e7\u00e3o de obras que est\u00e3o esgotadas no cat\u00e1logo e outras in\u00e9ditas, numa parceria com a Editora Sesi. Os t\u00edtulos ainda est\u00e3o sendo negociados com os autores, da\u00ed o mist\u00e9rio.\u00a0 Arlete e Rina\u00a0 v\u00e3o ainda participar de debates sobre cultura afro-brasileira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A jornalista baiana Jos\u00e9lia Aguiar, h\u00e1 dois anos \u00e0 frente da curadoria da Flip, conta que teve o primeiro contato com a Corrupio quando estudava comunica\u00e7\u00e3o na Ufba. Na mesma \u00e9poca, conheceu Verger. \u201cFoi talvez a pessoa que entrevistei que mais me impressionou, pelo seu misto de mist\u00e9rio e dignidade\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Jos\u00e9lia j\u00e1 morava em S\u00e3o Paulo quando decidiu estudar Retratos da Bahia,\u00a0 primeiro livro editado pela Corrupio, no mestrado em hist\u00f3ria da USP.\u00a0 \u201cEssa homenagem me diz muito respeito, tanto do ponto de vista sentimental quanto intelectual. A Corrupio \u00e9 uma editora de mulheres que publica t\u00edtulos seminais de cultura afro-brasileira. Criar e manter uma editora independente, antes das facilidades que existem hoje de publicar e circular permitidas pela internet, exigia muita coragem e esfor\u00e7o\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Pequena editora,\u00a0grandes obras<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A Corrupio nasceu para um autor,\u00a0 Pierre Verger. Em 1979, o fot\u00f3grafo veio instalar-se definitivamente na Bahia e contou do desejo de reunir seus negativos, que estavam em Paris. Arlete voltou de l\u00e1 com 120 quilos de material fotogr\u00e1fico.\u00a0 Ali, em meio a milhares de imagens, estavam os registros do que Verger viu quando pisou pela primeira vez na Bahia, em 1946. Arlete, Cida N\u00f3brega, En\u00e9as Guerra e Arnaldo Grebler, parceiros do coletivo ZAZ de fotografia,\u00a0 tiveram a ideia de franquear aquela beleza a mais vistas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Com as imagens reunidas depois de uma \u00e1rdua sele\u00e7\u00e3o, Arlete iniciou a romaria para \u201cseduzir os editores do Sul\u201d a publicarem Retratos da Bahia. \u201cMas eles diziam: \u2018Como \u00e9 que vai fazer um livro com 256 fotos s\u00f3 de negros? N\u00e3o vai vender\u2019\u201d. Arlete n\u00e3o tinha coragem de dizer a Verger\u00a0 que ningu\u00e9m tinha se interessado pela obra. \u201cQuando vi que n\u00e3o ia sair, pensei: n\u00e3o vai ter jeito, vou ter que fazer uma editora\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A Corrupio foi criada\u00a0 em dezembro de 1979, tomando o nome emprestado do endere\u00e7o de Verger, que vivia\u00a0 no Alto do Corrupio, na Federa\u00e7\u00e3o. Retratos da Bahia, lan\u00e7ado em agosto seguinte, ganhou elogios de Carlos Drummond no Jornal do Brasil. \u201cSarav\u00e1, mestre! Recebi Retratos da Bahia e agora n\u00e3o posso dizer mais que \u2018nunca fui l\u00e1\u2018.\u00a0 Se o professor Freud desembarcasse l\u00e1, sei n\u00e3o, mas a psican\u00e1lise seria outra ci\u00eancia, ou talvez uma arte\u201c, escreveu o poeta.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Apesar do sucesso da obra, Arlete teve que vender um terreno em Itacimirim para pagar as d\u00edvidas do livro. A editora publicou mais tr\u00eas obras de Verger at\u00e9 seguir para outros autores. O primeiro deles foi o antrop\u00f3logo Antonio Ris\u00e9rio, que em 1981 lan\u00e7ou pela Corrupio Carnaval Ijex\u00e1, seu primeiro livro.<\/span><\/p>\n<figure style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><img decoding=\"async\" class=\"d-block img-responsive\" src=\"http:\/\/fw.atarde.com.br\/2018\/07\/750_corrupio_2018739556458.jpg\" alt=\"Fotolito do cl\u00e1ssico \" \/><\/span><figcaption><span style=\"color: #000000;\">Fotolito do cl\u00e1ssico &#8220;Orix\u00e1s&#8221;, de Pierre Verger, lan\u00e7ado em 1981<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">En\u00e9as Guerra, que integrou a equipe da Corrupio at\u00e9 1983 e hoje est\u00e1 \u00e0 frente da Solisluna, ressalta como tantas vezes cabe \u00e0s pequenas editoras revelar novos autores. \u201cAs grandes d\u00e3o poucas chances e, muitas vezes, est\u00e3o mais preocupadas em adquirir obras consagradas no exterior. S\u00e3o as pequenas que valorizam o que temos de melhor\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Para o pesquisador Jeferson Bacelar,\u00a0 do Centro de Estudos Afro-Orientais da Ufba, todas as publica\u00e7\u00f5es da Corrupio, \u201cde Verger a Goli Guerreiro\u201d, s\u00e3o \u201cexemplares\u201d. \u201cAtualmente, tenho usado muito os livros de alimenta\u00e7\u00e3o de Vivaldo da Costa Lima, por causa da tem\u00e1tica que venho trabalhando\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Quase um museu<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Na \u00faltima d\u00e9cada, a Corrupio modernizou-se. Criou um site e passou a vender por l\u00e1 as obras que publica. Driblou, assim, um problema que costumava atormentar as pequenas editoras, a distribui\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m fez parcerias com distribuidores nacionais e vende diretamente nas livrarias da Travessa do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo. Os autores mais procurados s\u00e3o Verger, Vivaldo da Costa Lima e mestre Didi.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Mas os leitores, de modo geral, andam sumindo, diz Arlete, recostada numa cadeira \u00e0 frente da estante cheia de livros do seu escrit\u00f3rio. \u201cIsso aqui \u00e9 quase um museu\u201d, aponta, e lembra do tempo em que toda casa que se prezasse tinha biblioteca e n\u00e3o varanda gourmet. \u201cAs pessoas leem cada vez menos. Mas sempre vai ter algu\u00e9m que curta e se delicie\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">No ano passado, as vendas de livros ca\u00edram 7% no Brasil. \u201cNum pa\u00eds que j\u00e1 l\u00ea pouco, \u00e9 muito\u201d, emenda Rina. \u201cN\u00f3s temos um problema que \u00e9 a falta de pol\u00edtica para o livro, de investimentos para a cultura\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Um caminho para as editoras fecharem as contas costuma ser a venda de livros did\u00e1ticos e paradid\u00e1ticos, mas Rina conta que os \u00f3rg\u00e3os oficiais locais preferem negociar com empresas de fora da Bahia. \u201cPor exemplo, para a aplica\u00e7\u00e3o da lei de ensino da hist\u00f3ria e cultura afro-brasileira, as editoras do Sul n\u00e3o produziam conte\u00fado. E mesmo assim a gente oferecia nossos livros e n\u00e3o conseguia. N\u00e3o \u00e9 uma queixa, \u00e9 uma constata\u00e7\u00e3o\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><img decoding=\"async\" class=\"d-block img-responsive\" src=\"http:\/\/fw.atarde.com.br\/2018\/07\/750_corrupio_2018739556490.jpg\" alt=\"Arlete rel\u00ea um bilhetinho bem-humorado rabiscado por Caryb\u00e9\" \/><\/span><figcaption><span style=\"color: #000000;\">Arlete rel\u00ea um bilhetinho bem-humorado rabiscado por Caryb\u00e9<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">E para al\u00e9m da crise de leitores h\u00e1 outra, a econ\u00f4mica, e sabe-se l\u00e1 o quanto n\u00e3o est\u00e3o amparadas. As obras da Corrupio, reconhecidas pelo apuro visual, custam em m\u00e9dia R$ 45. Arlete admite que o pre\u00e7o do livro \u00e9 alto no pa\u00eds. \u201cTem o atravessador, a comiss\u00e3o do livreiro, o transporte&#8230;\u201d. Para ser barato, diz, a solu\u00e7\u00e3o \u00e9 \u201cfazer milhares\u201d. \u201cO p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grande assim para o assunto da gente. Ent\u00e3o, falta uma vis\u00e3o do governo. Mas como eles n\u00e3o est\u00e3o sacando quase nada, h\u00e1 muito tempo, n\u00e3o est\u00e3o nem a\u00ed para livro\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Neste ponto da conversa, Rina volta ao princ\u00edpio para marcar que a Corrupio, afinal, nasceu de um sonho. \u201c\u00c9 o desejo de querer publicar, como tantas editoras pequenas. Nunca \u00e9 por um neg\u00f3cio de \u2018ah, vamos fazer dinheiro\u2019\u201d, gargalha. \u201cVeja que a Cosac Naify, que era gerida por aquelas pessoas milion\u00e1rias, fechou. Imagine a gente aqui, n\u00e9, Arlete? N\u00f3s somos a resist\u00eancia\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Pr\u00f3ximos passos<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A Corrupio \u00e9 formada por uma equipe de apenas quatro pessoas. Volta e meia, Rina faz pacotes e entrega livros.\u00a0 Os corredores da sede da editora, na Barra, est\u00e3o abarrotados de caixas com as obras publicadas, Verger vizinho de mestre Didi e Juana Elbein, Vivaldo aninhado a dona Can\u00f4.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Em quase 40 anos, foram 67 obras lan\u00e7adas. \u201cN\u00e3o \u00e9 muito, se voc\u00ea parar para pensar\u201d, diz Arlete, mas os n\u00fameros ali nunca mandaram em muita coisa. Rina lembra que livros que deveriam ficar prontos em nove meses levaram cinco anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Para os pr\u00f3ximos anos, al\u00e9m das obras que ser\u00e3o lan\u00e7adas em parceria com a Sesi Editora, Arlete e Rina est\u00e3o envolvidas num projeto\u00a0 para comemorar os 100 anos do Museu de Arte da Bahia. E tem ainda uma s\u00e9rie que S\u00e9rgio Machado est\u00e1 fazendo com um material que estava abrigado na Corrupio h\u00e1 mais de 20 anos \u2013 cerca de 16 horas de filmes feitos por Verger enquanto perambulava entre o Brasil e a \u00c1frica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">E \u00e9 isso o que se pode falar em mat\u00e9ria de futuro, tempo que Arlete trata sem rever\u00eancia. \u201cCada um escreve a sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria. E quando o tempo passa, passa, a verdade sempre aparece. O que pude fazer fiz em prol da cultura dessa cidade, que abrange muitos pa\u00edses. Porque a cultura voa, navega mares long\u00ednquos. O que a Corrupio vai ser nos pr\u00f3ximos anos&#8230; Sei l\u00e1. S\u00f3 espero ter a lucidez de n\u00e3o fazer besteira\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Fonte:Atarde<\/h6>\n<div class='share-to-whatsapp-wrapper'><div class='share-on-whsp'>Share on: <\/div><a data-text='Homenageada pela Flip, editora baiana ir\u00e1 relan\u00e7ar obras esgotadas' data-link='https:\/\/newsinfoco.com.br\/inicio\/homenageada-pela-flip-editora-baiana-ira-relancar-obras-esgotadas\/' class='whatsapp-button whatsapp-share'>WhatsApp<\/a><div class='clear '><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por um tempo tiveram que esconder o segredo, contaram s\u00f3 para os amigos mais pr\u00f3ximos, que tamb\u00e9m ningu\u00e9m \u00e9 de ferro. 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