O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, participou na manhã deste domingo (1º) do ato “Acorda Brasil”, realizado no Farol da Barra, em Salvador. A mobilização, que ocorreu em diversas cidades do país, reuniu parlamentares, lideranças políticas e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O foco das manifestações se concentrou em críticas ao governo federal, à atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao que o grupo classifica como perseguição política contra Bolsonaro.

Em seu discurso, Roma enfatizou a necessidade de alternância de poder na Bahia, estado governado pelo PT há quase duas décadas. Segundo o dirigente, há um aumento na rejeição ao atual modelo de gestão estadual.

“A Bahia acordou. O que vimos aqui na Barra mostra que o nosso povo cansou de ser tratado como curral eleitoral. A rejeição ao PT só cresce porque o baiano está vendo que nada mudou, que a violência aumentou e que a pobreza cresce”, afirmou Roma.

Ele classificou as medidas judiciais contra o ex-presidente Bolsonaro como um “ataque ao Estado de Direito” e uma tentativa de “destruir seu legado”. Para o ex-ministro, a adesão popular ao ato deste domingo indica que a direita chega ao ano eleitoral de 2026 com maior organização e capilaridade.

O ato na Barra teve manifestantes carregando faixas e cartazes com palavras de ordem contra o governo Lula e em protesto contra as recentes decisões do Judiciário. De acordo com o dirigente do PL, os movimentos espontâneos sinalizam uma consolidação do campo conservador para a disputa que se aproxima.

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