A CAIXA Cultural recebe, entre os dias 5 e 7 de junho, o show de lançamento do 11º álbum do cantor e compositor Chico César. Em formato intimista, voz e violão, o artista retorna à própria juventude ao revisitar canções escritas nos anos 1980, entre João Pessoa e São Paulo.
Intitulado FOFO, o disco reúne 16 faixas inéditas e marca um mergulho nas origens criativas do músico, em reverência à sua trajetória na música brasileira.
Na sexta-feira (5), o show será realizado às 20h. No sábado (6), haverá sessões às 17h e 20h. Já no domingo (7), as apresentações acontecem às 16h e 19h. Os ingressos poderão ser adquiridos pela plataforma Sympla a partir de terça-feira (2), às 12h, nos valores de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
No novo trabalho autoral, Chico César retoma composições feitas no início da carreira, durante a passagem pela banda Jaguaribe Carne, criada ainda na faculdade de jornalismo, em João Pessoa. Foi após esse período, seguido pela mudança para São Paulo, que o artista passou a se dedicar integralmente à música, iniciando uma trajetória que o projetaria nacional e internacionalmente.
Gravado em estúdio, FOFO traz 13 faixas assinadas por Chico César e três parcerias, incluindo composições com os músicos paraibanos Pedro Osmar e Paulo Ró, integrantes do Jaguaribe Carne.
O álbum também apresenta uma canção inspirada na obra da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Foi do livro “Americanah” que surgiu o verso que dá nome ao disco: “Eu não quero ser fofo, eu quero ser a porra do amor da sua vida”.
Ainda sem data de lançamento nas plataformas digitais, o álbum chega em formato voz e violão, retomando a proposta de “Aos Vivos” (1995), trabalho que marcou a estreia de Chico César e o consolidou como um dos nomes de destaque da música brasileira. Com sonoridade densa e traços de experimentalismo, o disco estabelece um diálogo entre o compositor maduro e o jovem inquieto das primeiras criações.
Cantor, compositor, escritor e jornalista, Chico César construiu uma obra marcada pela mistura de ritmos regionais, poesia e crítica social. Desde os anos 1990, o artista se destaca por canções como “Mama África” e “À Primeira Vista”, além da fusão entre forró, maracatu, reggae, funk e influências da música africana.
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