Semana da Memória 2026 segue até nesta sexta-feira (15), no Tribunal de Justiça da Bahia, no Centro Administrativo da Bahia, com programação dedicada aos 130 anos do massacre de Canudos. O evento reúne escritores, pesquisadores, estudantes e atividades voltadas à preservação da memória histórica baiana.

Com o tema “Canudos, 130 anos da deflagração do massacre”, a iniciativa tem promovido debates sobre literatura, cultura, inclusão e o resgate de episódios marcantes da história do sertão brasileiro. A programação inclui palestras, rodas de conversa e encontros com autores independentes e convidados.

Nesta quinta-feira (14), um dos destaques foi a palestra sobre Guerra de Canudos, conduzida por Aleilton Fonseca, presidente da Academia de Letras da Bahia. O escritor conversou com estudantes da Escola Municipal Manoel Faustino, do bairro de Itacaranha, sobre o significado histórico do episódio.

Durante a atividade, o foco esteve na compreensão de Canudos como símbolo de resistência popular e da luta do povo sertanejo. O encontro também abordou o impacto social e político do conflito na formação da memória coletiva brasileira.

Outro momento da programação reuniu Fernanda Carvalho ao lado de Romário Filho e Tácio Dê, em uma conversa sobre biblioterapia, literatura, poesia e inclusão.

A agenda ainda conta com a participação de autores independentes, servidores e escritores ligados ao próprio tribunal. A proposta é ampliar o diálogo entre memória histórica, produção literária e acesso à cultura em Salvador.

Bahia.Ba