O Partido Liberal pode rever suas alianças com o Partido Progressistas após a operação da Polícia Federal que teve como alvo o presidente da sigla, Ciro Nogueira. A avaliação interna é de que associar a imagem do PL a Ciro pode trazer desgaste político e afetar as campanhas, especialmente a do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Flávio tem buscado se distanciar do antigo aliado e, sem citar Ciro, afirmou que espera ampla apuração do caso.
Reservadamente, fontes afirmam que a relação do PL com a federação União Progressista depende do desenrolar das investigações. Caso Ciro seja afastado do comando do partido, o cenário pode mudar.
Pelo menos dois nomes do PP são citados como possíveis vice na chapa de Flávio, a senadora Tereza Cristina (MS) e a deputada Simone Marquetto (SP), recém-filiada ao partido.
Nos bastidores, há avaliação de que as implicações envolvendo o partido podem abrir espaço para uma chapa pura do PL, com a escolha do vice vindo da própria sigla.
O entorno do senador, no entanto, afirma que não há qualquer definição sobre a vice e que a decisão não deve ser tomada agora.




























